"Quando o coração tem uma missão, o corpo ganha vigor"

Como foi 2011

Comecei a retroceder as postagens do blog, que por sinal foram poucos em 2011 :>) e notei algo que tinha passado desapercebido, faltou apenas fazer um Ultraman para disputar todas as distâncias clássicas que o triathlon possui, se é que o Utraman podemos chamar de clássico. O ano de 2011 foi muito bom.

Acho que o ano merece um pequeno "remember"!!!

O ano começou em fevereiro, com que eu chamo a prova do quintal de casa, pois o ciclismo e corrida passa a 50m da casa da sogra. Triathlon do Laranjal com a distância Sprint. Foi meu melhor tempo na distância até agora 1h15'52", só não foi melhor pois minha natação foi ruim, na verdade péssima.



Apesar de não ser a distância que gosto, a prova é muito boa, pois está toda a parceria do triathlon da região, sem falar nos familiares e amigos que vão prestigiar a prova.

Em março o desafio deu-se em terras Uruguaias com Halfpunta. Um 70.3 que virou um duathlon terrestre de longa distância, pois no dia da prova, a organização alegou que não tinha como dar segurança aos atletas pelas condições do mar.



Excelente prova, com um ciclismo desafiador pelas duas duras subidas e o vento tradicional do local. Infelizmente meu tendão não estava preparado para o 5.4km/90km/21km e após a prova voltei a sentir a inflamação no iliotibial.

Um avanço rápido pelo inverno e cheguei ao mês setembro participando de um triathlon de velocidade. É o tipo de prova que sempre lembro de pouca coisa, as únicas lembranças são de sempre estar ofegante, com o coração lá no goela.



No final de setembro o tratamento do cálculo renal me afastou completamente durante 25 dias das atividades físicas. Dez dias no hospital em cima de uma cama, outros dez com uma sonda externa e os últimos 5 até tirar a dreno interno. A prova alvo do ano (Ironpunta) ficou em "check". Se não fosse pela base feita no inverno, o Iron tinha ido por água abaixo.

Lembro como fosse hoje, fui pegar o resultado da ressonância para levar para médico com a mochila nas costas, com o intuito de voltar aos treinos imediatamente após saber o resultado. E deu tudo certo, naquela noite já dei as braçadas de retorno.

Parecia haver uma conspiração, na primeiro final de semana de novembro sofri uma queda de bike (não contem para ninguém, mas foi culpa do Michel hehe). Tive alguns ferimentos na perna direita, mas seguimos o treino. Paramos no meio da caminho numa farmácia para um limpeza dos machucados e mais pedal. Mas como missão dada é missão cumprida :>) ainda fui terminar o dia com 10km de corrida.

O tratamento emergencial falhou numa das feridas. Ela infeccionou e acabei ficando longe das piscinas durante 14 dias para tentar acelerar o processo de cicatrização.

Mas no meio destes dias, tive um "recaída", o vício falou mais alto e fui a Osório, novo paraíso do triathlon gaúcho para uma prova olímpica. O tempo foi 5' melhor que o ano anterior, sendo que fiz a prova sem forçar muito. Era o que precisava para adquirir a confiança novamente.

Doze dias atrás estava completando o Ironpunta, que o destino tentou de algumas formas tornar o sonho mais difícil ou até impossível nesse ano. Como o evento é recente, se clicares na postagem anterior, tudo sobre ele.



Barba, cabelo e bigode, do Fast Triathlon ao Iron em 2011.

Saindo um pouco da esfera do Tri, fiz duas provas de ciclismo. Uma delas bem especial, marcou o retorno do amigo Álvaro as competições após longos anos afastado. O brabo é que na segunda prova, ele já me largou na primeira subida hehe.



Não menos importante, participei da criação de uma equipe de triathlon, muito provável a primeira do "extremo" sul do estado. Quem quiser conhecer mais aqui.

E 2012, o que será dele? Quem sabe no próximo post uma ideia do que vem por aí!





2 comentários:

Parabens pablo.
Mandou bem pra cacete.
Acompanho o seu blog há uns 2/3 anos e venho acompanhando sua evolução passo-a-passo. Muito legal isso.
ABS !!!!

A culpa e sempre de quem bate atrás!kkkkkk

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